Eu, Tituba, de Maryse Condé

Há autores que escrevem para contar, ainda que por meio da ficção, suas histórias mais pessoais. Acho válido, acho bonito. Mas fico feliz em saber que existem aqueles que escrevem para dar vida a quem viveu tão pouco. Maryse Condé se encaixa nessa segunda categoria. O premiado Eu, Tituba é interessante porque, além de ser um romance com bases históricas,Continuar lendo “Eu, Tituba, de Maryse Condé”

No Jardim do Ogro, de Leïla Slimani

Quando começo a formar uma imagem do livro No Jardim do Ogro na minha cabeça, Canção de Ninar acaba ofuscando o irmão mais velho. Quando penso em falar sobre o que achei de No Jardim do Ogro, as passagens mais marcantes de Canção de Ninar inundam meus pensamentos. Acho que isso é esperado de qualquer leitor que acaba consumindo mais deContinuar lendo “No Jardim do Ogro, de Leïla Slimani”

Emma, de Jane Austen

Emma é um dos maiores livros escritos pela Jane Austen – deve estar par a par com Mansfield Park –, o que explica por que eu o deixei esfriando na estante por uns meses até encontrar coragem para lê-lo. Ele é favorito de muita gente, mas também divide opiniões por ter uma personagem complicada. Foi o que maisContinuar lendo “Emma, de Jane Austen”

Canção de Ninar, de Leïla Slimani

De alguns livros, levo um tempão para colocar em palavras tudo o que tirei da leitura. Não por serem densos ou complicados demais; eles dividem tanto minha opinião que viram uma incógnita. Canção de Ninar não foi bem o que eu esperava, mas o conjunto de características que formam a história – principalmente em termosContinuar lendo “Canção de Ninar, de Leïla Slimani”

Terra Sonâmbula, de Mia Couto

Cheguei à conclusão de que sempre começamos a falar de Mia Couto por sua escrita. Pode não ser uma verdade universal, mas essa abordagem me pareceu óbvia antes mesmo da leitura de Terra Sonâmbula. Se a narrativa cai no gosto das pessoas ou não, isso já é outra história. Mia Couto sabe como usar asContinuar lendo “Terra Sonâmbula, de Mia Couto”

Júbilo, Memória, Noviciado da Paixão, de Hilda Hilst

Hilda Hilst tomou a posição de figura conhecida ao longo dos últimos anos da minha vida. Ouvia falar dela, sabia que era uma poeta bem cultuada, mas nunca me atrevi a ler nada que tivesse publicado – não por querer distância; foi apenas pela falta de oportunidade mesmo. Foi agora que tive o gostinho deContinuar lendo “Júbilo, Memória, Noviciado da Paixão, de Hilda Hilst”

When We Were Orphans, de Kazuo Ishiguro

Na minha cabeça agitada e incansável, eu tinha imaginado diversos cenários para o meu primeiro livro do Kazuo Ishiguro. Alimentei certezas absurdas de que iria amar a leitura e tornaria o autor uma figura recorrente na estante – como foi com o Haruki Murakami. Escolhi o livro errado, disso não tenho dúvida. When We Were Orphans, embora seja realmente bem escrito e ambientado,Continuar lendo “When We Were Orphans, de Kazuo Ishiguro”

Persuasion, de Jane Austen

Histórias focadas em relacionamentos amorosos não são as minhas preferidas. Já foram, mas numa época em que eu ainda estava descobrindo meus gostos literários.  Mesmo com um pé atrás quando o assunto é romance, quis dar uma chance aos livros da Jane Austen – afinal, viraram clássicos por algum motivo. Comecei logo por Orgulho eContinuar lendo “Persuasion, de Jane Austen”

No Seu Pescoço, de Chimamanda Ngozi Adichie

A primeira vez que tomei conhecimento do trabalho de Chimamanda Ngozi Adichie foi com Sejamos Todos Feministas, adaptação de uma palestra dada pela autora em 2012. Desde então, prometi que voltaria a consumir mais coisas escritas por essa mulher incrível. Isso foi acontecer anos depois, e tenho apenas a mim para culpar pela demora. NãoContinuar lendo “No Seu Pescoço, de Chimamanda Ngozi Adichie”

A poesia completa de Maya Angelou

Poesia já é algo muito pessoal; diz muito sobre quem escreveu e compartilha uma visão de mundo que pode ser bem similar ou totalmente diferente do olhar que temos. O que eu esperava quando comecei a ler a poesia completa da Maya Angelou? Esperava poder entendê-la, viver o que ela viveu. Mas como fui tola.Continuar lendo “A poesia completa de Maya Angelou”

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