Eu, Tituba, de Maryse Condé

Há autores que escrevem para contar, ainda que por meio da ficção, suas histórias mais pessoais. Acho válido, acho bonito. Mas fico feliz em saber que existem aqueles que escrevem para dar vida a quem viveu tão pouco. Maryse Condé se encaixa nessa segunda categoria. O premiado Eu, Tituba é interessante porque, além de ser um romance com bases históricas,Continuar lendo “Eu, Tituba, de Maryse Condé”

6 livros que gostei, mas provavelmente não lerei de novo

Sou uma pessoa de releituras, como já destaquei aqui quando tive oportunidade. O hábito é antigo, veio mais como uma solução que encontrei na época em que eu não podia comprar muitos livros. Hoje, fico feliz de ver que estou movimentando minha coleção e fazendo meu dinheiro render (porque livro é investimento) ao manter essaContinuar lendo “6 livros que gostei, mas provavelmente não lerei de novo”

No Jardim do Ogro, de Leïla Slimani

Quando começo a formar uma imagem do livro No Jardim do Ogro na minha cabeça, Canção de Ninar acaba ofuscando o irmão mais velho. Quando penso em falar sobre o que achei de No Jardim do Ogro, as passagens mais marcantes de Canção de Ninar inundam meus pensamentos. Acho que isso é esperado de qualquer leitor que acaba consumindo mais deContinuar lendo “No Jardim do Ogro, de Leïla Slimani”

Emma, de Jane Austen

Emma é um dos maiores livros escritos pela Jane Austen – deve estar par a par com Mansfield Park –, o que explica por que eu o deixei esfriando na estante por uns meses até encontrar coragem para lê-lo. Ele é favorito de muita gente, mas também divide opiniões por ter uma personagem complicada. Foi o que maisContinuar lendo “Emma, de Jane Austen”

Lendo e-books: Frida, The Memory Police e mais

Há anos adotei o e-book na minha rotina de leituras, mas ultimamente deixei esse formato de lado e priorizei o livro físico. Li um livro digital e outro em 2020 – nada que tivesse me prendido a atenção. Porém, nos últimos meses, minha vontade de ler e-books voltou, e preciso dizer que tenho encontrado livrosContinuar lendo “Lendo e-books: Frida, The Memory Police e mais”

O que não deu certo em Pessoas que Passam Pelos Sonhos

Até agora estou sem saber se comento sobre Pessoas que Passam Pelos Sonhos. Terminei o livro há um mês, mas achei que não tinha por que falar dele. O primeiro motivo é que ele saiu pela extinta Cosac Naify, o que torna mais difícil de achá-lo agora. A outra razão diz respeito ao meu gosto pessoal. EuContinuar lendo “O que não deu certo em Pessoas que Passam Pelos Sonhos”

Resumo das minhas leituras de 2020

Finalmente podemos nos despedir de 2020 – e eu, como sempre, estou me despedindo com atraso. Não tenho palavras para descrever o ano passado. Além da situação mais óbvia, que é a pandemia, 2020 foi um teste de paciência para mim.  Espero deixar todo o ano para trás. Estou desde março em casa, e acheiContinuar lendo “Resumo das minhas leituras de 2020”

Mulheres que Correm com os Lobos: reavivando o Self instintivo

Vou confessar que estava assustada para começar Mulheres que Correm com os Lobos. Mesmo sendo um dos livros mais vendidos do momento, ele é classificado por muita gente como enriquecedor e igualmente denso. O livro é isso mesmo, carregado, mas no sentido mais positivo. Cru e poético, Mulheres que Correm com os Lobos é um mergulho nas águas profundas da psiquê feminina.Continuar lendo “Mulheres que Correm com os Lobos: reavivando o Self instintivo”

Alexandre, o contador pouco confiável

Não deu nem tempo de liberar direito a publicação de Vidas Secas e tratei de terminar Alexandre e Outros Heróis, mais uma obra de Graciliano Ramos que me surpreendeu – mas por motivos totalmente diferentes. Achei que voltaria a ler algo do autor por Angústia, um livro muito bem falado por quem conhece melhor oContinuar lendo “Alexandre, o contador pouco confiável”

4 razões para ler Vidas Secas

Se alguém comentar com você sobre Vidas Secas ser um dos melhores clássicos da nossa literatura, acredite! A fama não veio simplesmente à toa. A obra-prima de Graciliano Ramos foi uma das minhas leituras prediletas na época do ensino médio. Penei para ler alguns livros do vestibular até mesmo na minha fase mais aguda comoContinuar lendo “4 razões para ler Vidas Secas”

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